Sustentabilidade em tempos de pandemia

Sustentabilidade em tempos de pandemia

Entenda a nova economia de baixo carbono

Atividades com critérios e cuidados sustentáveis são, sem dúvida, a tônica da nova economia que surgiu a partir da pandemia do novo coronavírus que, pela primeira vez em nossa era, se tornou uma ameaça global. Desse modo, percebemos que estar ligado a um mercado “verde” se mostra um bom negócio à medida em que, por meio da sustentabilidade, conseguimos executar atividades no presente na perspectiva de que outros possam também fazê-las nas próximas gerações. Esse é o conceito básico de sustentabilidade que sustentará a nova economia de baixo carbono.

Pessoas com espírito empreendedor vão compreender rapidamente que negócios ambientais já fazem parte do grupo de atividades econômicas em contínua expansão e, portanto, com taxas de risco mais baixas que as demais e com taxas de retorno de investimentos potencialmente mais altas do que qualquer outra.

Esses negócios vão desde a gestão profissional de passivos ambientais como depósitos de lixo urbano até a prestação de serviços para que as atividades sustentáveis das empresas possam ser capitalizadas para cumprir a finalidade que é aproveitar os fatores ambientais, gerando recursos e investindo em pessoas. É neste contexto que a empresas como a Embrasca, fundada há 18 anos na cidade de Goiânia, acumulou tanto capital intelectual para assessorar empresas, em relação a ativos de créditos de carbono e IRECs-Cerificados de Energia Renovável que a colocam como líder de mercado em seu segmento.

Por que atividades econômicas sustentáveis são o negócio do momento?

Principalmente devido ao caráter inovador. A todo momento vemos noticiários, geralmente, com imagens de catástrofes atribuídas principalmente à reação do nosso planeta às nossas próprias agressões. Isso faz com que as cadeias produtivas tenham que assumir o ônus. A toda hora surgem matérias divulgando projetos ambientais em várias vertentes e que têm revelado grandes oportunidades de negócios. Isso é fato. Uma vez que isso se tornou uma grande onda econômica em que muitos já começaram a surfar. Vale relembrar que o relatório divulgado no final de 2019 pelo IPCC (órgão de pesquisa da ONU para Mudanças Climáticas) e os demais relatórios que se seguiram divulgaram que mais importante que o viés econômico é o alerta de que, dependendo das posturas erradas que adotarmos agora, teremos uma qualidade de vida muito pior num futuro próximo. Isso poderá comprometer nossa própria sobrevivência. Insistimos na tomada de consciência de que a Terra passa por um momento ímpar, o qual se configura como a questão de fundo relacionadas aos erros que cometemos ao agredir o planeta.

Se a atual geração for omissa, a vida poderá se tornar insuportável em algumas regiões ainda na metade deste século. As mudanças no clima vão alterar o eixo de várias atividades econômicas com reflexos em todas as outras áreas de atividade humana. Portanto, preservar o que o criador generosamente nos deu é uma tarefa multiface, produzindo resultados que influenciarão desde o nosso presente econômico-financeiro até a continuidade da espécie humana.

Dentro de poucos anos, nossos filhos e netos certamente estarão nos perguntando: por que nossos pais e avós nos deixaram essa triste herança? É também por esse motivo que negócios ambientais estão em contínua expansão, com taxas de retorno de investimentos potencialmente mais altas do que qualquer outra.

Mas é possível aliar lucro à responsabilidade socioambiental?

É visível que há formas interessantes e viáveis de obter lucros com projetos ambientais, alguns já consolidados e outros altamente promissores. É também perfeitamente possível aliar atividades empresariais com responsabilidade socioambiental, de forma que o planeta, a sociedade e a saga empreendedora sejam atendidos simultaneamente. Resumindo, não há como recuar. Toda atividade econômica mundial deverá assumir um viés de sustentabilidade, sob pena de inviabilizar a própria economia da vida.

Ressalta-se que a visão mercadológica aqui expressa é fruto de anos de experiências bem- sucedidas, bem como resultado de muitas tentativas e erros. É parte desse aprendizado que desejamos passar adiante sob forma de estímulo para ajudá-lo a perseguir seus próprios caminhos sem incorrer nos erros e riscos desnecessários que todo novo mercado expõe os que gostam de desafios.

Torcemos pelo sucesso de empreendedores, assim como sabemos que somente a vontade e investimentos maciços não são suficientes, perseverança é ingrediente essencial a quem pretende entrar no negócio que há 18 anos nos inspirou a criar a Embrasca que por sua atuação global, alcançou lugares nunca antes sonhados. Esses lugares, porém não poderiam ser alcançados sem que isso fosse uma atividade econômica viável como qualquer outra, digo isso porque enquanto não se criou mecanismo para remunerar quem preserva, praticamente nada aconteceu, enfim, o lucro tem de estar presente.

A nova economia baixo carbono

Um dos mais eficazes mecanismos de flexibilização/remuneração foi criado a partir da iniciativa de um brasileiro na convenção mundial de mudanças climáticas de 1997,em que atividades que reduzem emissões de GEEs-Gases de Efeito Estufa, poderiam gerar Certificados para serem comercializados como forma de incentivo e financiamento por exemplo de conservação de florestas em pé ou produção de energia por meio do vento e uma grande lista de processos que uma vez passados pelo crivo de uma longa lista de exigências e entidades geram os créditos de carbono que movimentam cifras na casa de bilhões no mundo.

As atividades humanas passaram a influenciar o clima após a Revolução Industrial, quando grandes quantidades de gases de efeito estufa (GEE) começaram a ser emitidas. Dentre os gases de efeito estufa, o mais relevante é o dióxido de carbono (CO2), que se origina principalmente na queima de combustíveis fósseis. Por ser o principal gás de efeito estufa, o dióxido de carbono passou também a ser utilizado como unidade padrão para potencial de aquecimento global dos demais gases de efeito estufa, o CO2 equivalente.

A nova economia de baixo carbono se baseia em parte, do que narramos aqui, em um conjunto de medidas que visam diminuir a dependência humana dos combustíveis fósseis, base da atividade humana e sua avidez por energia para tocar a imensa máquina humana e sua necessidade de produzir alimentos e tudo mais. Os conhecidos efeitos da queima de combustíveis fósseis e das mudanças climáticas por ele provocados vão movimentar cerca de 5 % do PIB mundial, portanto é como se o mundo criasse um setor da economia e cresce mais que todas as outras atividades juntas.

Não há mais como negar que a transição para a sociedade de baixo carbono é uma necessidade iminente para a comunidade global, já que grande parte das atividades econômicas que geram grande crescimento, geralmente, resultam na produção de mais emissões de carbono. Para isso surgem alternativas para reduzir os impactos gerados pelas emissões de CO2, como a compensação por meio da compra de créditos de carbono e investimentos em projetos de eficiência energética.

Nesse contexto, a Embrasca surge com a missão de oferecer soluções voltadas para projetos referentes a mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável. Contamos com ampla equipe multidisciplinar, composta por gestores ambientais, ecólogos, engenheiros e administradores. Todos eles trabalhando sem medir esforços para garantir não só a satisfação do cliente, mas o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, social e a preservação ambiental.

Entre em contato com a gente e conheça melhor nosso trabalho.